Feitas as contas à panorâmica emergente, sem precisar de lentes de aumento ou aparelho auditivo, é vergonhoso verificar e aceitar o mixordante estendal de peripécias que tornaram o futebol português num absurdo imbróglio de esconsidades, sendo sobretudo de pasmar que o Governo se pause indiferente na expectativa de que a cancerígena estúrdia cesse milagrosamente por si.
Para reflectida e urgente regeneração, a nossa «socolari-cristianizada» jogataina, quanto ao que em lástima «profissional» tem revelado, encarece de pelo menos dois anos de reparador repouso. De resto, considerando o exercício supérfluo e a inexistência de inocentes, o que é que se perde?!...
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Som = Parafuso (Romão Felix) em «Rapsódia Portuguesa»
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